Rosa de Hiroshima é um poema de Vinícius de Moraes, musicado por Gerson Conrad na canção Rosa de Hiroshima da banda Secos e Molhados. Fala sobre a explosão atômica de Hiroshima. O poema alude aos Bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki da Segunda Guerra Mundial.
Rosa de Hiroshima foi lançada no ano de 1973, no disco de estreia do grupo. Foi apresentada ao vivo no espetáculo histórico do grupo no Maracanãzinho em meados de 1974.A música foi a décima terceira mais executada nas rádios brasileiras no ano de 1973 [2]. Em 2009, a revista Rolling Stone brasileira listou Rosa de Hiroshima como a número 69 entre As 100 Maiores Músicas Brasileiras.[3]
VERSÃO DA APRESENTAÇÃO AO VIVO NO MARACANÃZINHO, EM 1974. APROVEITANDO A DEIXA, NEY MATOGROSSO ESTÁ COMPLETANDO 70 ANOS NESTA SEMANA E EM PLENA ATIVIDADE, COM SHOWS E PREPARAÇÃO DE UM NOVO CD.
Esse blog foi criado a fim de elevar os conhecimentos dos alunos frequentadores através de postagens relacionadas aos assuntos dos vestibulares e concursos militares. Sugestões, críticas, interesse, mande um email para: seligaterceiro@gmail.com
sábado, 30 de julho de 2011
Rosa de Hiroshima, por Ney Matogrosso
A explosão da bomba atômica em Hiroshima.
Em 06 de agosto de 1945, às 08:15 da manhã, acabaram-se as ilusões de uma ciência neutra e de um avanço inexorável da sociedade moderna rumo ao Progresso e a Felicidade. A partir dali, a escalada da corrida atômica poderia levar à dehttp://www.blogger.com/img/blank.gifstruição da própria espécie humana. Dizem que uma vez perguntaram a Einstein sobre quais seriam as armas de III Guerra Mundial, ao que ele teria respondido: "da terceira, não sei; mas as da quarta serão paus e pedras".
LEIA MAIS SOBRE O PROJETO MANHATAN E AS BOMBAS DE HIROSHIMA E NAGASAKI.
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O "apelo à resistência" de De Gaulle.
O pronunciamento deste vídeo é nomeado orgulhasamente pelos franceses de "l'appel à la Résistance du 18 juin 1940 du général de Gaulle" ou "O apelo à resistência, de 18 de junho de 1940". De Gaulle gravou o discurso nos estúdios da BBC de Londres e transmitido para o território francês, num exemplo perfeito da 'batalha das comunicações', sendo o rádio, os jornais e os panfletos os principais meios de comunicação à época. Nem sonhar com twitter, facebook, orkut ou semelhantes. kkkk.
Rendição francesa na II Guerra
Rendição francesa na II Guerra: Hitler levou para a França o vagão onde os alemães assinaram a rendição ao final da Grande Guerra de 1914. Portanto, sempre que alguém ler que o 'revanchismo alemão' foi uma das causas da guerra, fica mais fácil de entender.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Como Nixon, Reagan e Bush ajudaram a criar a Fox News para manipular informações e turbinar o Partido Republicano nos EUA

Lucia Guimarães - O Estado de S.Paulo
NOVA YORK
O escândalo do grampo telefônico, que já fechou um tabloide britânico de 168 anos, fez evaporar $ 2,6 bilhões das ações da News Corp. nos Estados Unidos e encosta perigosamente no governo do primeiro-ministro David Cameron na Inglaterra, tem implicações transatlânticas. Deve interessar a qualquer habitante de uma praia onde Rupert Murdoch venha a desembarcar, agora que o tapete de boas-vindas na Inglaterra está sendo puxado sob os pés do empresário.
Desde a década de 70, o memorando "Um Plano para Colocar o Partido Republicano no Noticiário" dormia na Biblioteca Nixon. O sono do documento presidencial foi interrompido pelo repórter americano John Cook, do site Gawker. O texto resume a visão do então assessor de Richard Nixon, Roger Ailes, para incentivar uma cobertura pró-Casa Branca. Ailes é hoje apontado por observadores políticos como o homem mais poderoso do Partido Republicano. Mas ele não preside o partido e sim uma rede de TV.
Desde 1996, Roger Ailes é fundador da rede Fox News, de Rupert Murdoch e seu passado como assessor/propagandista de Nixon e de George Bush, pai, está intimamente ligado ao DNA da rede que Murdoch fundou sob o lema "Justa e Equilibrada".
"O jornalismo de TV é visto com maior frequência do que as pessoas leem jornais, ouvem rádio, mais do que as pessoas leem ou acessam qualquer outra forma de comunicação", dizia Ailes, no memorando dos anos 70. "A razão: As pessoas são preguiçosas. Com a TV, você só senta - assiste - e ouve. Outros pensam por você."
Sob a inspiração de Ailes, a Fox News se tornou o mais visto canal de notícias no cabo americano, humilhando a inventora do formato, a CNN, com um pseudojornalismo de opinião.
Com a vitória de Barack Obama, em 2008, Ailes viu uma oportunidade para investir pesado num elenco de talking heads de direita e contratou um punhado de aspirantes à presidência, de Sarah Palin (não declarada) a Mike Huckabee (desistiu de concorrer, encantado com a afluência permitida pelo salário na TV).
O público americano deve à Fox a campanha bem-sucedida para identificar o plano do seguro-saúde do governo Obama como uma conspiração para destruir a liberdade individual. O circo Tea Party teve sua lona erguida com grande impulso do canal. A TV a cabo americana exibe outras opiniões - a MSNBC é a casa dos liberais de esquerda -, mas nada se compara à sistemática campanha de desinformação oferecida pela Fox. Ironicamente, a cara da oposição ao envenenamento da mídia americana por Rupert Murdoch é um comediante baixinho de New Jersey. Jon Stewart, em 2009 identificado como a mais confiável fonte de jornalismo numa pesquisa de opinião americana, pode ser visto, no seu programa de segunda a quinta no canal Comedy Central, satirizando o elenco da Fox.
O governo Obama atravessa um verão pantanoso de desemprego resistente às conhecidas medidas de estímulo, a batalha pelo déficit e um desencanto dos democratas pelas promessas não cumpridas. Murdoch e seus asseclas farejam sangue e são mestres em cortejar os porões do descontentamento da classe média branca, desviando atenção para temas como religiosidade e conservadorismo social.
Nos Estados Unidos, a News Corporation de Murdoch conseguiu crescer graças ao apoio político para dobrar várias leis de restrição ao monopólio na mídia. Murdoch é dono de dois jornais diários e uma TV no mercado nova-iorquino, algo impensável há 30 anos.
Não é justo igualar a subserviência de todos os primeiros-ministros ingleses, de Margaret Thatcher a David Cameron, ao magnata australiano que odeia o establishment inglês, à relação de presidentes americanos, com exceção de Bush filho, com a Fox.
Se ainda é possível eleger um presidente americano sem o sinal verde do conglomerado de Murdoch, não há dúvida de que seu poder sobre a direita americana faz do sinistro magnata australiano uma força destrutiva para a democracia.
Em Londres, há comentaristas confiantes de que o extraordinário trabalho do jornalista Nick Davies, o tenaz investigador do escândalo dos grampos, no Guardian, desfechou um golpe decisivo contra a influência corruptora de Rupert Murdoch na vida política britânica. Em Manhattan, onde o empresário de 80 anos é visto com frequência desmontando mais uma tradição do jornalismo na sede de seu novo trem elétrico, o Wall Street Journal, há sinais crescentes de alívio.
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