segunda-feira, 11 de abril de 2011

Professores do CMR vão a Debate

Hoje, às 18 horas,na rádio Maranata, houve um debate sobre Educação e Vestibular. Até aí nada de interessante. Mas os convidados foram Cláudio e Renan, professores do CMR (e isso já é um bom motivo para acompanhar). Os ouvintes não colaboraram muito e fizeram perguntas extremamente alheias ao assunto, principalmente de cunho religioso. Apesar da perda de foco foi um programa interessante... As ideias propostas pelos participantes não diferenciaram muito das que ouvimos em sala de aula. Cláudio se destacou ao fazer, no último bloco, uma crítica à"Liberdade de Imprensa" e a forma como a imprensa atua. Parece um pouco fora do tema... Mas nós que convivemos com ele já nos acustumamos com isso. E até gostamos. Como eu acho que quase ninguém ouviu o programa aproveito o espaço para dizer que ambos os Mestres mandaram saudações calorosas aos alunos do Colégio Militar. Realmente. Parece que o corpo docente do CMR é um dos melhores de Pernambuco. Tanto que é chamado para dar opinião em veículos de informação em massa. Que moral... Se Liga Terceirão!!!

3 comentários:

  1. Muito legal. Agora só bota um cara de 18 no lugar de um de 50. Rsrsrsrsrs
    Poxa mas é complicado fala só de vestibular numa rádio evangélica! Dá um desconto.

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  2. Assisti um bloco. Alguns questionamentos dos ouvintes que telefonaram realmente não foi dos melhores, mas o debate foi em si proveitoso.
    Os professores foram bem e esse programa "Consensus" é bem interessante.

    Parabéns aê Álvaro, blog tá bombando
    SE LIGA TERCEIRÃO

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  3. Para quem não ouviu, no último bloco do programa, o entrevistador perguntou a mim e ao prof. Renan o que achávamos do caso da escola de Realengo.

    Renan respondeu afirmando que não tem relação com falta de segurança nas escolas e que trata-se de alguém com problemas mentais, um triste acidente e acaso que poderia ocorrer em qualquer lugar.

    Eu afirmei que a imprensa gosta de sangue para vender jornal e que transforma a tragédia num evento com bastante sensacionalismo. Que a mesma imprensa já mostrou que a escola tem porteiro e que o assassino entrou tão facilmente porque era ex-aluno e havia ido uma semana antes para pedir uma ficha 19, apresentando-se naquela manhã para receber o documento. O rapaz era filho biológico de uma senhora que sofria de esquizofrenia, ele perdeu os pais adotivos no ano passado, isolou-se socialmente, enfim, nada de conspiração muçulmana, de falta de segurança, de falta de detector de metais. Uma tragédia, apenas.

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